Rotina e proximidade: as principais medidas para combater o estresse dos pets

Sabe aquele provérbio “mente sã, corpo são”? É válido também para cães e gatos. No caso dos pets, a instabilidade emocional pode levar ao estresse, possível de identificar diante de uma mudança de comportamento ou de reações que acabam por impactar a saúde física. Para manter seu cão ou gato calmos e com um bem-estar psicológico, uma rotina bem definida e a proximidade do tutor são os pontos fundamentais.

Principais geradores do estresse

Cães

O estresse pode ser gerado por diversos motivos, entre eles a ansiedade e o tédio. A ansiedade vem justamente por não saber a hora da comida, do passeio, da brincadeira. Outro ponto nocivo é o tédio, gerado pela ausência de brincadeiras e interações e, principalmente, não sair para passear.

Para os cachorros, situações que podem gerar estresse são gente nova em casa, períodos muito longos sozinhos, fome, sede, pouco espaço, muito barulho e os fogos de artifício.

Alguns sintomas revelam se o seu pet está enfrentando uma situação psicológica desconfortável. São eles: lambidas excessivas, falta de apetite, alergias e queda de pelos fora do normal, latidos em excesso, agressividade ou hiperatividade.

Gatos

A falta de rotina, fundamental para o bem-estar do dia a dia dos felinos, pode levar ao estresse e, consequentemente, à alteração do comportamento. Situações como a presença de novas pessoas ou novos animais, perceber uma textura diferente da ração ou novos alimentos, assim como cheiros fortes como perfumes e até produtos de limpeza, deixam os bichanos mais sensíveis. O potencial de estresse aumenta com a mudança de local de móveis, principalmente se aquele lugar era um dos seus preferidos e trazia segurança. 

Esconder-se, isolar-se, ficar menos ativo, perder o apetite são demonstrações de estresse de seu gato. Miar alto, arranhar, morder, lamber-se com muita frequência também podem ser sinais de irritabilidade de seu gato. Levá-lo a um veterinário é fundamental para orientações específicas e também para identificar como um possível estresse pode estar afetando a saúde física do seu companheiro de quatro patas.

Dicas para melhorar o emocional do seu pet

  1. Leve seu pet para uma avaliação do veterinário. Trate as questões físicas enquanto trabalha também na melhoria da parte psicológica.
  2. Estipule uma rotina. Comer, brincar, passear em horários regulares diminuem a ansiedade e o tédio.
  3. Fique mais próximo do seu pet. Estimule as brincadeiras com seu gato, passeie com seu cão. Tente brincar ou passear com seu pet principalmente antes de deixá-lo sozinho e antes das refeições. Ele gastará energia e isso o acalmará.
  4. Brinquedos podem ajudar. Bolinhas para cachorros, arranhadores para gatos, entre tantos outros acessórios podem gerar uma boa distração.
  5. Socializar. Especialmente para os cães, ir a um pet park (parques para cães) pode ajudar para aquela corrida sem a guia em ambiente fechado (espaços cercados por muros e grades) e se divertir ao interagir com outros cachorros. Gatos são mais sensíveis a presença de pessoas estranhas e outros animais. Ajudá-lo na socialização quando filhote, apresentando-o a outras pessoas e colegas de quatro patas, pode ajudar bastante. Gatos mais sociáveis são menos propensos a um quadro de estresse.
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